5.6 Respostas das questões (1-2)


Questão 1:
  1. “Conhecer” um objeto significa estar apto a descrever suas características visíveis e invisíveis em relação a outros objetos do mesmo ambiente.
  2. A palavra “razão” vem da palavra latina ratio, que significa cálculo. Se comportar de forma racional significa agir calculando os efeitos de suas ações.
  3. Islamismo, cristianismo, judaísmo, budismo e hinduísmo.
  4. No conhecimento comum, enunciados acumulados não podem mudar e permanecem iguais para sempre.
  5. Cientistas têm como ponto de partida o conhecimento comum em suas vidas cotidianas. Eventualmente, “quebram seu feitiço” por meio de seu trabalho.
  6. O conhecimento comum é construído e transmitido por nossas famílias, parentes, amigos próximos, vizinhos, parceiros, tribos e comunidades.
  7. O conhecimento sistemático começa quando alguém decide não ficar mais satisfeito apenas com as informações imediatas de nossos sentidos e deixa de confiar nelas. Então, temos que cavar um pouco mais fundo. Depois, ficamos viciados em fazê-lo e começamos a olhar para as coisas de maneira diferente.
  8. O conhecimento sistemático busca olhar para as coisas de forma diferente daquela que a tradição recomenda. Ele nos lança em uma jornada de criação, imaginação e descoberta. Faz com que rejeitemos a monotonia e paremos de nos apoiar na tradição. Ele questiona tudo.
  9. O verdadeiro trabalho artístico só pode ser compreendido por alguém que conhece estilos, tipos, formas, simbolismos, locais de produção e história da arte.
  10. O conhecimento científico profundo está relacionado à verdade a que a natureza obedece.
  11. A ciência experimental é baseada em fatos. Checa os fatos, é objetiva, impessoal, universal e racional.
  12. A busca da verdade foi algumas vezes respondida pela religião, argumento de autoridade, misticismo e senso comum (conhecimento comum).
  13. A ciência moderna segue esses passos: observação, experimentação, explicação, generalização e previsão.
  14. Embora pareça poderosa e não aparente ter limites, a ciência não é religião. Uma infra-estrutura grande e dispendiosa torna a ciência mais presente em alguns grupos ou populações, mas os cientistas não pertencem a raça, sexo, idade, religião, cor de pele ou classe social determinados.
  15. Um fato jornalístico deve ser verdadeiro, real, conectado a eventos atuais, novo, significativo e interessante.
  16. O jornalismo científico é visto como um meio de disseminar a ciência e seus conceitos, traduzindo o que os cientistas dizem para uma linguagem que o público leigo pode compreender. Ele também tem sido visto como um meio de ligar o mundo da ciência ao mundo dos cidadãos, incrementar a educação científica do público e criar uma atitude positiva em relação à ciência.
  17. O jornalista científico contemporâneo é um crítico da ciência. Seu papel é explicar como a verdade científica é produzida de modo a tornar possível aos cidadãos descobrir em quem acreditar ou não, quando acreditar em um cientista ou não. O jornalista científico competente comunica o verdadeiro estado da ciência, se ela avança, muda de direção, regride ou está estagnada.
  18. Peça cópias de seus artigos e veja se eles foram publicados em revistas científicas revisadas por pares.
  19. Descubra, por um índice de citações, quantas vezes seus artigos foram citados, e verifique o fator de impacto das revistas em que os textos foram publicados.
  20. 1) A possibilidade de erros, já que eles lidam com verdades temporárias. 2) A possibilidade de fraude, por exemplo, com fotos adulteradas. 3) A possibilidade de serem tendenciosos e desonestos. 4) Pressão política impedindo a revista de usar apenas critérios científicos para decidir a favor ou contra determinado artigo.
  21. Contras: carga de trabalho, muito a ler e sintetizar, pouco reconhecimento, necessidade de chegar a consenso passando por inevitáveis tensões e conflitos, viagens freqüentemente sem reembolso financeiro. Prós: oportunidade de entrar em contado com as pesquisas mais recentes e confiáveis, viajar, encontrar com os melhores especialistas da área e possibilidade de validar a própria pesquisa.
Questão 2:

Muitas respostas são possíveis. Discuta-as com o seu tutor, se você tiver um, ou com um colega.


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